09 novembro, 2007

Le Risque et le Doute

Tu ne le sens pas, dans ton coeur... ?

…toujours une faible lumière d’espoir, tant que c’est le cœur.
Serait-ce la tête, sombre demeure de la raison et de la toute puissante morale et il n’y aurait que l’épaisseur du noir, (…non, pas celui du fond de l’océan, qui lui est lumineux…) ; le vrai noir.
Je t’imagine, envoutée par ton doute, en remouant la superbe citation d’une de mes âmes jumelles : « Les gens malheureux tuent ce qu'ils aiment parce qu'ils n'ont que ça sous la main.»…

É apenas isso... Esse tipo de dúvida é corrosivo e o risco, vale por isso mesmo: ser um risco, com as suas limitações de tempo e forma.

Tenho por assegurado, que tudo o que a nossa cabeça refreia como um todo, cavalga desenfreadamente, nas zonas mais livres do nosso espírito. Assim sendo, o coração oscila entre a certeza do risco de um fugaz desvario espiralado e libertário que o instinto comanda e a fatalidade da mortificação dos sentidos e do espírito.

Bem vistas as coisas, têm necessáriamente de se intersectar algures, a emoção, a razão, a líbido e o místico. O exclusivo e incerto ponto G da nossa laboriosa e intrincada mente...


2 Comments:

Blogger A. said...

Isto, tanto assim: Tenho por assegurado, que tudo o que a nossa cabeça refreia como um todo, cavalga desenfreadamente, nas zonas mais livres do nosso espírito.

10 novembro, 2007  
Anonymous jardineiro de montparnasse said...

E naquilo que tens por assegurado, acho que tens toda a razão. Excelente texto.

Abraço

12 novembro, 2007  

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