23 dezembro, 2007

Calmarias

Queixas-te (definitivamente com razão) que não escrevo, sacodes-me para que me seja providenciada inspiração, senti o teu aguilhão para que eu próprio violente musas em busca de sopros iluminados para divagação sobre estonteantes temas...

...mas neste momento não me consigo segurar, os meus vôos e observações continuam a fazer-se, e ficam as impressões, as de ferro em brasa como as ligeiras, num cantinho da minha mente sem que saiba dar-lhes destino... Sinto-me, agora, em fase receptiva, dissecando os afluxos que me chegam das múltiplas fontes, quer as abençoadas que me afagam, quer as que aleatória ou sistemáticamente de forma negativa me arranham...

...este mesmo texto, sem sentido e caótico, é disso prova...

... neste momento, não sou brisa, sou uma calmaria pouco revigorante, não sou o estimulante e perverso mestre, sou o recatado funcionário... sou, eu...assim...


1 Comments:

Blogger Aninhas said...

E que bom é estar assim, no meio da calmaria!

26 dezembro, 2007  

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